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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Reality Shows: Competição ou manipulação?


                Vivemos em tempos em que as pessoas sempre procuram o reconhecimento e a admiração popular.
                A mídia, por sua vez, aproveita essa situação e bola um programa denominado reality show, em que pessoas escolhidas a dedo ficam presas em uma casa luxuosa cercada por câmeras. Esse grupo de pessoas passa a fazer de tudo para conquistar a admiração do público e ganhar o prêmio dado pelo programa.
                Esse tipo de entretenimento acaba tornando-se artificial, pois as personagens dessa história procuram se comportar de um jeito que venha a agradar o público, só que, com o decorrer do tempo, surgem as indiferenças, a falta de privacidade, o estresse e esses fatores fazem com que a máscara desses participantes caia, mostrando a sua verdadeira personalidade. Mesmo levando em consideração essa possibilidade, não podemos esquecer que o programa é editado e que a mídia faz desses personagens meras marionetes, criando, assim, uma certa manipulação para aumentar a audiência do programa.
                Isso mostra que os reality Shows não têm nada a ver com a vida real, pois os participantes estão interessados no prêmio e no reconhecimento popular e a mídia, com a audiência do programa.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Meu guru..

Meu guru, meu amigo, meu namorado, meu amante, meu companheiro, meu marido, meu professor, meu psicólogo, meu militante, meu protetor, meu porto seguro, meu heroi, meu meu só meu, meu Thiago.


Te amo!


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Abracadabra quero ser fada...

Muito tempo atrás, em um pequeno e misterioso vilarejo, vivia uma menina que tinha um
grande sonho, ela queria ser uma fada. Seu nome era Claraluz.
Claraluz morava com os pais e os dois irmãos, Zeca e Juca. Os meninos zombavam da pequena, dizendo que ela nunca conseguiria transformar-se em uma fada e principalmente sair por aí a realizar desejos.
Uma certa manhã, a garota brincava no quintal com a sua cadelinha Fifi, ela lançava o graveto e a cadelinha numa enorme euforia ia buscá-lo. Claraluz lançou o graveto desejando de todo o seu coração ser uma fada, o graveto caiu dentro de uma poça d'água e de repente como num passe de mágica, da água surgiu uma forte luz, mais clara que todas as luzes já vistas por Claraluz. A cadelinha Fifi correu tremendo de medo deixando apenas um rastro de poeira.
Aos poucos a forte luz foi diminuindo e a pequena Claraluz que era cheia de coragem , foi chegando mais perto para ver o que tinha acontecido. Ela ficou maravilhada quando viu que o pequeno graveto se transformara em uma linda flauta. Claraluz ficou sem entender o porquê de uma flauta e não uma varinha de condão. Mesmo chateada ela pegou a flauta e levou para casa.
No dia seguinte ainda meio desconfiada, a menina resolveu tocar a flauta e percebeu que dela saia uma música encantada que penetrava nos corações das pessoas e as fazia felizes.
Claraluz olhou-se no espelho e viu refletida uma fada; uma fada que não tinha vestido brilhante e nem tampouco vara de condão, tinha apenas uma grande vontade de mudar o mundo. Ela se deu conta de que através da arte de sua música poderia plantar nos corações das pessoas a esperança de um mundo melhor.


Erika Tavares

A revolução é necessária! Eu queria ter nas mãos uma vara de condão para num piscar de olhos poder limpar toda a sujeira do mundo. Mas sei que para achá-la é um tanto quanto demorado, por enquanto fico apenas com a minha flauta, tentando limpar um pouco a cada dia.

Eu.